quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Operação Condor, Ditadura,Tortura, Exclusão Social

A conduta dos jovens que lutaram contra os ditadores no Brasil que conseguiram acabar com a nossa democracia, impondo neste País um capitalismo globalizado que beneficia apenas os Oligarcas. — Estes jovens que enfrentaram o perigo dos homens pervertidos e sedentos pelo poder $cifras, que não permitem obstáculos em seus caminhos, executando aniquilando o obstáculo seja qual for. — A estes jovens que tentaram defender a Pátria contra os expropriadores inescrupulosos. A estes jovens que tentaram evitar a exclusão social. Deixo aqui a estes jovens brasileiros meus agradecimentos pelas tentativas. — Estes a meu ver foram e são, os verdadeiros Patriotas da Nação Brasileira; - lutaram em um período em que não sabiam que o mal  era muito maior do que imaginavam. Acredito, que se fosse hoje, aqueles jovens não teriam tanta audácia ao defender uma Nação aonde as corporações globais que apoiaram o Golpe, intimidavam o cidadão através da tortura.

Para os inescrupulosos Oligarcas tomarem o Poder, levaram muitos anos de preparo difamações, assassinatos e infiltração. Seria muito difícil, algumas andorinhas (como estes jovens) fazerem verão neste País promissor, quando uma minoria de Oligarcas expropriadores gananciosos a mais Poder, jamais permitiriam; — mas, estas classes dominantes que dominam o atual mundo capitalista globalizado, esqueceram-se do retorno de expropriar um povo-nação, um povo-democrático.

O objetivo da formação destas organizações (classes dominantes) é fundamental para mobilizar líderes políticos e econômicos ao redor do mundo, a fim de obter sua assistência em dominar o mundo inteiro.

A visão da Comissão Trilateral, em 1973, de uma "Nova Ordem Econômica Internacional" tem varrido o mundo como um furacão.

Como tem se saído a América nos últimos 25 anos? Como um país, financeiramente saudável ou que está à beira de um derretimento? Estas questões são exploradas, juntamente com alguns exemplos concretos de como a "lavagem de dinheiro" funciona.

Em 1978, a Comissão Trilateral sobre Washington revelou a estratégia global da Comissão Trilateral e é co-fundadores David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski, em particular, desde que o raciocínio intelectual e estratégia política para a "Nova Ordem Econômica Internacional" têm tido um induzido salto quântico, muito acima da lei nacional, em uma posição elevada de fazer suas próprias regras, como eles querem.

Vemos algumas evidências diretas de tal atitude, por exemplo, quando o presidente Bill Clinton não teve nenhum escrúpulo legal particular (ou conseqüências) de dar (dinheiro livremente) para a secreta e avançada tecnologia de mísseis para a China comunista.

A reunião das elites empresariais no âmbito da Comissão Trilateral começou com nomes como Coca Cola, Ford Motor, Deere & Co., Hewlett-Packard, Cargill, Banco Chase Manhattan, motor Cummins, Texas Instruments, a Honeywell, a Bechtel Corporation, Weyerhauser, General Motors , Boeing, e muitos outros.

Hoje, vemos o mesmo tipo de maquiagem: Archer Daniels Midland (ADM), JP Morgan, Chase, Goldman, Sachs & Co., a Pitney Bowes, GE, Citigroup, American International Group (AIF), Bank of America, Xerox e Halliburton , só para citar alguns.

Em resumo, a pilhagem real da América começou com a fundação da Comissão Trilateral em 1973 e a consolidação do poder em 1976, com o domínio da Administração Carter.

Quando se começa a ver o padrão emergente, muitas perguntas não respondidas começam a clarear. Por que o presidente George W. Bush tão claramente quis eliminar a fronteira EUA / México? Por que a debandada de terceirizar os empregos americanos, até mesmo a dor dos nossos cidadãos?

Por que as pessoas ao redor do mundo intuitivamente odeiam a Organização Mundial do Comércio, NAFTA e o CAFTA? (A última questão sugere que os E.U. não é o único Estado Nação a ser saqueado nos dias de hoje.)

Pode-se protestar que o âmbito desta operação é muito grande e fantástico para ser real. A história está repleta de americanos magnatas monopolistas que tentaram obter uma alavanca para usurparem ainda mais através da venda dentro da sociedade.

Os monopólios são cegos para a política, salvo quando a política pode ser manipulada para criar ou alargar o monopólio.

A grande maioria dos americanos foram deixados completamente no escuro, porque a mídia americana, coletivamente inclinada em direção a globalização, tem sido dominada pelos mesmos globalistas que fundaram a Comissão Trilateral, em primeiro lugar: New York Times, Time-Warner, Chicago Sun- Times, Los Angeles Times, Foreign Policy Magazine, Comcast, CBS, Atlantic Media, a Rand Corporation, Washington Post, Dow Jones & Company, E.U. News and World Report todos têm representação direta na Comissão Trilateral.

A América está à venda. A venda está "debaixo da mesa", e o povo americano não consegue ver que está sendo vendido lentamente debaixo de seus pés, um pedaço de cada vez. A venda é enganosa, pois como a tinta vermelha cresce cada vez maior, o povo é informado por estes globalistas que os défices orçamentais e comerciais realmente não importa muito.

A venda é desonesta, porque foi planejada desde o início por grupos elitistas como a Comissão Trilateral, a torcer e manipular o sistema para seu próprio benefício.

O facto é que a espiral descendente financeira da América começou para valer logo após a Comissão Trilateral; — foi fundada em 1973 por David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski, não é incidental.

As políticas que sustentou a "Nova Ordem Econômica Internacional" (a sua própria frase) destruiu os E.U.

A América está em uma situação muito grave e trepidante.

Nos últimos 30-40 anos, a América foi a mais forte e mais estável nação no mundo, mas poucas pessoas vão ver a verdade real , que realmente ela foi empurrada!

As nações estão se desintegrando financeiramente, enquanto as corporações globais crescem fantasticamente ricas.

O que estes jovens que lutaram no Brasil contra a ditadura, contra a exclusão social fizeram contra o nosso País-Nação?

O que estes Oligarcas, Coronéis, Barões, Militares e elite dominante fizeram contra o nosso País-Nação?

O que os E.U./Washington fez contra o nosso País-Nação?

Portanto, quem foi o causador da desintegração do nosso País-Nação e da não consolidação da nossa democracia e aumento da desigualdade social?

Portanto, temos que nos preocupar com o nosso País-Nação estando incluído estes jovens, que lutaram contra a mentirosa ditadura dos anos setenta; - mentirosa e vergonhosa, que obrigou de tão vergonhoso,o maior responsável ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, arquivar como secreto por cinquenta anos a verdadeira história do nosso País.

Quando o jogo baixo resvala e provoca o tiro no pé

Vai quebrar a cara quem pensa que queima os que lutaram contra a ditadura com risco da própria vida (Por Pedro Porfírio)

·        Grata, Pedro Porfírio por ter resistido e hoje nos dar  seu importante testemunho; — terminei de ler o seu livro, e em nome da nossa frágil República Brasileira agradeço pela sua brava atuação contra os ditadores, que infelizmente ajudaram os, e, expropriaram o nosso País. Fostes preso, torturado, conheceste o amargor dos porões da DOI/CODI, o amargor da tortura que doe a quem a lê, e na mais intensa dor, a quem dela participou; — pois sei, que no Rio de Janeiro era tão, ou pior a tortura e a repressão, comparando a São Paulo.
"Eu tinha 19 anos, eu fiquei três anos na cadeia, senador, e fui barbaramente torturada, senador. E qualquer pessoa que ousar dizer a verdade para interrogadores compromete a vida dos seus iguais. Entrega pessoas para serem mortas. Eu me orgulho muito de ter mentido, porque mentir na tortura não é fácil".
Dilma Vana Rousseff, 7 de maio de 2008, em resposta a uma pergunta estúpida o senador Agripino Maia, que emocionou a todos a acabou servindo para mostrar a simpatia do povo pelos rebeldes que se insurgiram contra a ditadura militar.

http://www.youtube.com/watch?v=bm4r_ISScUw
CLIQUE AQUI E VEJA A RESPOSTA QUE DEIXOU OS SENADORES NA SAIA JUSTA


Ao relembrar a jovem Dilma, a ÉPOCA acabou falando de alguém que arriscou a 

própria vida no combate á ditadura militar



Não fossem tão estúpidos os primatas mercenários que manipulam a mídia, saberiam eles ser elementar a regra de que a produção de matérias sob encomenda tende a ter o efeito do tiro no pé,principalmente quando o escarcéu transborda os decibéis do senso comum.

Sendo tão despreparados como são, tais figurinhas carimbadas desconhecem inteiramente elementos que produzem efeitos e reagentes opostos a seus propósitos maliciosos. Isto ocorre pelo vício do desconhecimento do contexto, pela insensibilidade em relação ao momento, pela rasa percepção ontológica e, pasmem, pela afronta deliberada às informações históricas.
Infelizmente - ou felizmente, eis o paradoxo sadio - essas lesmas mentais ainda têm a alimentá-las uma súcia de falsos profetas, impulsionados muito mais pelo excesso da carga de ódio inerente aos contendores sem causa e a má fé míope que não enxerga o abismo de suas atitudes mal pensadas.


·        Uma reportagem de cartas marcadas

Veja tudo isso com a clareza cristalina ao deparar-me com o último rebento do laboratório de placebos que uma gravidez mal sucedida deu à luz. Refiro-me, para ser mais preciso, à reportagem de capa da revista Época, destinada a 
Joseph Goebbels marqueteiro de Hitler
destilar uma paranóia que já não povoa o inconsciente coletivo, como 

naqueles tempos obscuros em que uma ditadura de trogloditas recorria à fórmula surrada de Paul Joseph Goebbels, o marqueteiro de Adolf Hitler, segundo a qual "uma mentira muitas vezes repetida torna-se verdade".

Não tenho a menor dúvida: essa reportagem sobre o passado rebelde da sagitariana Dilma Vana Rousseff quis alvejá-la no que poderia ser o esconderijo de alguns segredos comprometedores. Ela ficaria mal fita se a classe média que ainda paga R$ 6,00 por uma revista de conteúdo amorfo ficasse sabendo dos detalhes daqueles momentos em que a filhinha de papai trocou o conforto da vida burguesa, das festinhas prazerosas e da alienação compensada por uma proeza da qual não sabia se sairia com vida, ainda na flor da idade. 

·        Como se falasse de uma delinquente

Dispondo do acervo do lixo autoritário, a revista incursiona pela vida juvenil da rebelde d'antão como se estivesse falando de uma delinquente sem ideal, cujas práticas se assemelhavam a dos bandidos que nos assustam e nos ameaçam.
A intenção inegável da publicação da família Marinho é
Joe Walache  e Roberto Marinho
  • Jor Walache confessou: “Um acordo como o da globo com a Time-Life não é feito pensando no interesse nacional. São empresas pensando em como ganhar dinheiro e poder”

"alertar" a cidadania para os "riscos" de entregar a chefia do Estado brasileiro a alguém que, em sua juventude, mergulhou na "ilegalidade" e esteve "associada" a práticas nada amistosas para tentar derrubar o regime ilegítimo imposto pelos tanques e pela insanidade, que só não foi mais trágico porque o capitão Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho - o Sérgio Macaco - abortou o plano sinistro do brigadeiro João Paulo Burnier, então todo poderoso da FAB, que queria explodir o gasômetro junto à estação de trem da Leopoldina, provocar milhares de óbitos e culpar os comunistas.

Para os primatas que engendraram a matéria, com a fartura de informações sobre a Dilma rebelde estar-se-ia abalando sua meteórica ascensão, decorrente exatamente da incúria e da incompetência de uma oposição, cujos despautérios se converteram no elevador da candidata governista.

Não sei se tal travessura dá para rir ou para chorar. Pensar que o povo brasileiro vê como criminosa a meia dúzia de bravos que ousou expor suas vidas no confronto desigual e utópico contra uma tropa envenenado e maculada pelas práticas animalescas que hoje nega de pés juntos é demonstrar total falta de compreensão da alma humana.

·        Esquecem que Che Guevara é um grande ídolo

Se ser rebelde, se pegar em armas contra a tirania fosse mácula, Che Guevara 

Che (+)
não seria de longe o maior ícone da história, cujo rosto carismático é reproduzido por todos os cantos do mundo, despertando a incontida admiração não apenas dos afinados com seu poema escrito com o sangue do seu assassinato covarde, aos 39 anos de idade.

 Che Guevara, o grande rebelde do Século XX, é a imagem mais cultivada em adesivos, bandeiras e até Adicionar legendatatuagem de gente como a modelo Gisele Caroline Bündchen, que não tem nada de comunista ou subversiva.

Na prática, ao lembrar que a agora bem comportada Dilma Vana Rousseff já foi alguém que se alçou em armas contra uma implacável ditadura militar a mídia maniqueísta está resgatando a corajosa idealista que o mau tempo se encarregou de enferrujar. 

Os seres humanos, que se criam no culto aos heróis, que sabem da maldição dos audazes, como Tiradentes, jamais poderiam imaginar que essa Dilma que está aí, cheia de si, disposta a dar continuidade à alquimia do sr. Luiz Inácio, é alguém que já teve a vida por um fio, que pagou com a tortura mais cruel e o sofrimento do cárcere por que teve peito de enfrentar os brutamontes sádicos 
que um dia já saciaram suas taras sob a armadura de um regime de força, tão perverso que submeteu ao silêncio covarde e cúmplice essa mesma mídia que hoje quer cantar de galo.


·        Só para assustar os potentados

Pode até ser que essa matéria, manipulada segundo as mesmas técnicas da elegia inquisitorial, tenha a repercussão desejada como condimento de uma fritura que afeta meia dúzia de potentados, aqueles que estão apostando na candidata oficial como garantia de que continuarão tendo o melhor ambiente para a realização dos seus projetos empresariais. 

Pode ser, mesmo, que o objetivo da reportagem seja muito mais minar as pragmáticas relações do mundo do capital com esse modelo de poder que fez de um operário o mais abrangente condutor de um processo em que todos se sentem aquinhoados, mesmo que a alguns caiba o banquete das mais apetitosas iguarias e à grande maioria apenas a garantia de que não lhes faltará feijão no prato. 
Mas no grosso, como tenho dito exaustivamente em vão, essa armação será mais um ingrediente oferecido de mão beijada pelos desesperados oposicionistas à coroa que está vivendo sua primeira experiência eleitoral com o horizonte de uma vitória inevitável. Será um presente igual à provocação do senador Agripino Maia, um pulha de carteirinha.

Eu mesmo, que passei todos esses anos no sereno da indignação 
explícita, já disse e repito:
se for para voltar àqueles tempos em que o entreguismo e a corrupção eram protegidos à bala e à mentira, 
não contem comigo, nem com os parceiros que jamais contribuirão para um retrocesso sem dó, nem piedade. 

A nós interessa o passo à frente e mais nada.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

João Goulart filho, filho do Presidente João Goulart

QUE É BOM MERECE SER VISTO!!!


A Câmara Distrital pede urgente uma renovação.  

O nome de João Goulart Filho surge como uma das opções mais sólidas de escolha para uma vaga na Câmara Distrital 12012.
 Depois de ver este vídeo estou convencido que ainda existe esperança para a Câmara Distrital
 

João Goulart Filho ALGUEM DE PESO!!!

A Câmara Distrital pede urgente uma renovação.

O nome de João Goulart Filho surge como uma das opções mais sólidas de escolha para uma vaga na Câmara Distrital.

João Goulart Filho - Candidato a Deputado Distrital 12012.

O nome de João Goulart Filho surge como uma das opções mais sólidas de escolha para uma vaga na Câmara Distrital.

João Goulart filho, é filho do Presidente João Goulart e além de levar a política a sério, lema de sua campanha retratada por seu slogan “Política Séria tem nome”ele é daqueles personagens autênticos que lutam por um ideal de igualdade e justiça, motivo pelo qual as pessoas davam suas vidas em um passado não tão distante pelo progresso do país.

Um passado onde ainda existia credibilidade política e respeito pela mesma.

João Goulart Filho traz consigo vasta experiência em gestão pública, como presidente do Iterj assentou mais de 1000 famílias de pequenos agricultores dando a eles um lugar digno para morar e cultivarem suas terras.

Titulou o primeiro quilombo do Brasil e como Presidente do Banco da Terra deu credito a mais de 800 agricultores.

Como se não bastasse fundou junto com seu tio Leonel Brizola o PDT ainda no exílio, e aos 24 anos foi o deputado mais votado do Partido.

Morador de Brasília, João Goulart filho atendeu o pedido do seu partido, que viu a necessidade de colocar pessoas qualificadas para zelar pelo Distrito Federal com seriedade e responsabilidade.

Observa-se portanto, que João Goulart filho é sinônimo de credibilidade, surgindo como a opção mais certa e consciente para a Câmara Distrital.

Trata-se de alguém com ampla experiência política e administrativa que escolheu ser candidato a Câmara Distrital atendendo a pedidos, por que entende que a necessidade de trazer esperança para o povo do Distrito Federal passou a ser uma prioridade diante tantos escândalos e tão poucos progressos.

Página 64 obteve acesso a um trecho da produção do vídeo de João Goulart Filho que nos faz pensar que ainda existem pessoas preparadas e qualificadas para esta futura e nova gestão. O filme será publicado assim que finalizada a edição e será divulgado pela internet por meio de redes sociais.

Certamente João Goulart Filho pela sua transparência e seu passado, pretende honrar seu povo da mesma forma que seu pai honrou os interesses da nação Brasileira como Presidente da República.
Para ver o vídeo acesse o site do candidato abaixo.

Linha direta com João Goulart Filho 12012
61-81485002
Site de João Goulart Filho www.joaogoulartfilho12012.com.br


Marilda Oliveira
São Paulo - SP - Brasil

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Pacote de Natal presente de FHC ao povo brasileiro

FHC cortou 2 bilhões da área social para beneficiar empresários em leilão
— Em 1996 o governo sacrificou injustamente a vida do trabalhador brasileiro, cortando 2 bilhões da área social através do pacote de Natal, para emprestar cerca de 1.37 bilhão para que o grupo VBC (Votorantim, Bradesco e Camargo Correa), vencedor do leilão relâmpago de cinco minutos, realizado na Bovespa, passe a pagar "o preço" em suaves prestações e com carência de quase 20 anos? A Votorantim é de propriedade do empresário Antônio Ermírio de Moraes. Os outros três grupos inscritos para o leilão foram.: a belga Tractebel e a Light, empresa que é controlada pela francesa EDF (Élétricité de France) e as norte-americanas AES Corporation e Houston Industries Energy e o grupo brsileiro Oportunity, que não tinha ainda revelado seu sócio estrangeiro [.].


Em São Paulo David Zybersztajn arrecada menos de R$10bí o que valia mais de R$42bí
— Uma fábula em dinheiro! - Em São Paulo, as três hidroelétricas - CESP, Eletropaulo e Companhia Paulista de Força e Luz - privatizadas. Elas valiam 42 bilhões de dólares, mas o Governo paulista (O Tucano Covas) disse que só esperava arrecadar 10 bilhões com a venda. Para onde é que foi o restante do dinheiro? À frente deste negoção - as cifras são gigantescas: só a CESP operava 22 hidroelétricas que produziam 23% da energia gerada no Brasil; só São Paulo consomia mais energia do que todos os países do Mercosul juntos, fora o Brasil - Quem estava comandando tudo isto? é ninguém menos do que o genro do Presidente Fernando Henrique, David Zybersztajn, secretário estadual de Energia do Estado. Este é o segundo familiar de FHC envolvido em negócios suspeitos. O primeiro é a nora Ana Lúcia Magalhães Pinto, casada com Paulo Henrique Cardoso e indiciada juntamente com os irmãos donos do Banco Nacional, que já causou ao país um prejuízo de cerca de 10 bilhões de dólares. Depois do escândalo, Paulo Henrique arrumou uma separação com Ana Lúcia e passou a namorar Tereza Collor de Mello, viúva do irmão do ex-Presidente Fernando Collor de Mello.


O vendedor de Estatais Paulistas genro do FHC
— O vendedor de estatais paulistas, o secretário de Energia de São Paulo, David Zylberstajn, não foi apenas o genro do presidente Fernando Henrique Cardoso, mas também a principal estrela na equipe de governo de Mário Covas. Com um método pragmático e objetivo conseguiu reverter prejuízos crônicos das três estatais elétricas (Cesp, CPFL e Eletropaulo), que em 1996 registraram os primeiros lucros dos anos 90. Zylberstajn; — o lucro da Cesp (a maior das três), que ultrapassou R$ 200 milhões (pela correção integral na época 1996). —Mas nem tudo é céu de brigadeiro, existia uma dívida global de R$ 8,498 bilhões que precisaria ser paga(?), dentre as quais a maior de todas éra a da Cesp, de R$ 6,2 bilhões(?). Para auxiliar no alongamento deste débito foram lançados eurobônus de até R$ 700 milhões em abril. — O saneamento feito nas empresas entusiasmou os investidores estrangeiros que formaram dez consórcios para disputar as elétricas do estado, um ativo de R$ 22 bilhões. Discreto, moderno e bem relacionado, Zylberstajn conduziu como um maestro a tênue linha das vaidades pessoais, e conseguiu manter unidas as diretorias das estatais. 


Zylberstajn sabia é vender ou vender assim dizia Covas, Serra, e FHC
— O secretário corria contra o relógio e sabia que o êxito da gestão Covas estaria diretamente associado ao seu trabalho. É vender ou vender. Porque seria da privatização das elétricas (?)que viria o grosso dos recursos necessários para os investimentos diretos no Estado!: assim dizia Covas, assim dizia Serra, assim dizia FHC. — E o povo que sofreu e sofre as conseqüências.
— Mas, nós povo brasileiro, gostaríamos de saber Fernando Henrique/ Serra, aonde está o Ricardo Sérgio de Oliveira? Aquele que comandou a expropriação da Petrobrás, da Vale do Rio Doce, como Presidente do Banco Central, do BNDES, no limite da irresponsabilidade; - ele sumiu .... 
O povo brasileiro quer respostas da justiça para todas estas impunidades.


Algumas Privatizações no Governo Fernando Henrique Cardoso:

46 anos depois, a mentira está descarnada e apareceu a público, como um cadáver podre ao sol.

— A mentira iniciou pelos tecnocratas, tentando mostrar a cidadania e ao mundo, que as Forças Armadas queriam “libertar” o Brasil do comunismo, como se as reformas significassem um regime de opressão. — 46 anos depois, a mentira está descarnada e apareceu a público, como um cadáver podre ao sol. Só que ela, estragou esse país, fazendo-o ficar paralisado durante ano a fio. — O Brasil, durante os anos da ditadura, apresentava estatísticas com excelentes resultados, mas a realidade foi degradante. Dali, surgiram os seus principais problemas, principalmente os de comportamento humano. —As pessoas passaram a aceitar a safadeza, porque passaram a aceitar a mentira.
— A noção de corrupção dos Militares que ocupavam a Escola Militar, sempre esteve identificada com uma desonestidade específica: o mau trato do dinheiro público.— Reduzia-se a furto. Na perspectiva da caserna, corrupção era resultado dos vícios produzidos por uma vida política de baixa qualidade moral e vinha associada, às vésperas do golpe, ao comportamento viciado dospolíticos diretamente vinculados ao regime nacional-desenvolvimentista. A polícia se preocupava com os opositores à ditadura, não com os delinqüentes, fossem assaltantes de calçada ou ladrões de casaca. Tudo era secreto e a corrupção cresceu amparada no sigilo. A promiscuidade entre ministros e grandes empresários ou líderes sindicais se institucionalizou.

— Animado por essa lógica, tão logo iniciou seu governo, o marechal Castello Branco (1964-1967) prometeu dar ampla divulgação às provas de corrupção do regime anterior por meio de um livro branco da corrupção – promessa nunca cumprida, certamente porque seria preciso admitir o envolvimento de militares nos episódios relatados. Desde o início o regime militar fracassou no combate à corrupção, o que se deve em grande parte a uma visão estritamente moral da corrupção.

 Essa redução do político ao que ele não é – a moral individual, a alternativa salvacionista – definiu o desastre da estratégia de combate à corrupção do regime militar brasileiro, ao mesmo tempo em que determinou o comportamento público de boa parte de seus principais líderes, preocupados em valorizar ao extremo algo chamado de decência pessoal.

— Os resultados da moralidade privada dos generais foram insignificantes para a vida pública do país. — O regime militar conviveu tanto com os corruptos, e com sua disposição de fazer parte do governo, quanto com a face mais exibida da corrupção, que compôs a lista dos grandes escândalos de ladroagem da ditadura. Entre muitos outros estão a operação Capemi (Caixa de Pecúlio dos Militares), que ganhou concorrência suspeita para a exploração de madeira no Pará, Quem, nos anos de tudo proibir, investigaria as falcatruas na construção da ponte Rio-Niterói, que corriam de boca em boca nos anos 1970? A principal empresa construtora, Camargo Corrêa, é a mesma que, hoje, está sob investigação da Polícia Federal, suspeita de fraudes por superfaturamento em obras públicas, e os desvios da Rodovia Transamazônica, Castello Branco descobriu depressa que esconjurar a corrupção era fácil; prender corrupto era outra conversa: “o problema mais grave do Brasil não é a subversão. É a corrupção, muito mais difícil de caracterizar, punir e erradicar”.

— A declaração de Castello foi feita meses depois de iniciados os trabalhos da Comissão Geral de Investigações. Projetada logo após o golpe, a CGI conduzia os Inquéritos Policiais-Militares que deveriam identificar o envolvimento dos acusados em atividades de subversão da ordem ou de corrupção. Com jurisdição em todo o território nacional, seus processos obedeciam a rito sumário e seus membros eram recrutados entre os oficiais radicais da Marinha e da Aeronáutica que buscavam utilizar a CGI para construir uma base de poder própria e paralela à Presidência da República.



O Presidente Castello Branco já tinha visto a realidade, e não viveu para contar a história.

— O Ato Institucional n.º 5, editado em 13 de dezembro de 1968, deu início ao período mais violento e repressivo do regime ditatorial brasileiro – e, de quebra, ampliou o alcance dos mecanismos instituídos pelos militares para defender a moralidade pública. Uma nova CGI foi gerada no âmbito do Ministério da Justiça com a tarefa de realizar investigações e abrir inquéritos para fazer cumprir o estabelecido pelo Artigo 8º. do AI-5, em que o presidente da República passava a poder confiscar bens de “todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública”. — Samuel Wainer foi um jornalista judeu verdadeiro brasileiro, íntegro — foi fundador, editor-chefe e diretor do jornal Última Hora. — Originalmente um jornalista da esquerda não-comunista, ligado ao grupo de intelectuais congregados em torno da revista Diretrizes, Wainer era um repórter dos Diários Associados de Assis Chateaubriand, quando veio a entrevistar Vargas durante a campanha eleitoral de 1950, formando com ele uma amizade política, movida à base de interesses mútuos, que viria a resultar na criação do jornal Última Hora. — Até o golpe Civil-Militar de 1964, havia conseguido estruturar um verdadeiro império jornalístico, com várias edições regionais do seu jornal. Após 1964, apesar de um brilhante exílio dourado em Paris entre 1964 e 1968, teve seu patrimônio dilapidado pelas perseguições da ditadura, e acabou por vender a edição nacional do jornal Última Hora em 1972. — Em 1975, passou a residir em São Paulo, onde morreria, empobrecido.

— Para agir contra a corrupção e dar conta da moralidade pública, os militares trabalharam tanto com a natureza ditatorial do regime como com a vantagem fornecida pela legislação punitiva. — Deu em nada. Desde 1968 até 1978, quando foi extinta pelo general Geisel, a CGI mancou das duas pernasSeus integrantes alimentaram a arrogante certeza de que podiam impedir qualquer forma de rapinagem do dinheiro público, através da mera intimidação, convocando os cidadãos tidos como larápios potenciais para esclarecimentos.

— A CGI atribuiu-se ainda a megalomaníaca tarefa de transformar o combate à corrupção numa rede nacional, atuando ao mesmo tempo como um tribunal administrativo especial e como uma agência de investigação e informaçãoAcabou submergindo na própria mediocridade, enredada em uma área de atuação muito ampla que incluía investigar, por exemplo, o atraso dos salários das professoras municipais de São José do Mipibu, no Rio Grande do Norte; a compra de adubo superfaturado pela Secretaria de Agricultura de Minas Gerais e as acusações de irregularidades na Federação Baiana de Futebol. Entre 1968 e 1973 os integrantes da comissão produziram cerca de 1.153 processos. Desse conjunto, mil foram arquivados; 58 transformados em propostas de confisco de bens por enriquecimento ilícito, e 41 foram alvo de decreto presidencial. Nos anos de tudo proibir, quem na Justiça, se atreveria a ter a independência do juiz paulista Fausto De Sanctis? — A alta rapina o transformou em especialista em “crimes de colarinho branco” e o levou a prender os banqueiros Daniel Dantas e Edemar Cid Ferreira.
Agora, prendeu quatro diretores da Camargo Corrêa, entre outros, além de quatro "doleiros"
esses banqueiros avulsos que movem bilhões.


— Não importa que chovam habeas corpusOu que rebaixem de posto o delegado que dirige o inquérito. Já não se pode proibir que se saiba do telefonema em que um diretor da construtora pede enviar dinheiro para o PMDB do Pará, na mesma época em que o Tribunal de Contas suspeitava de que a empresa superfaturara R$ 71,9 milhões em obras na Refinaria do Nordeste.

— Mas o fracasso do combate à corrupção não deve ser creditado exclusivamente aos desacertos da Comissão Geral de Investigações ou à recusa de membros da nova ordem política em pagar o preço da moralidade pública. A corrupção não poupou a ditadura militar brasileira porque estava representada na própria natureza desse regime.
— Estava inscrita em sua estrutura de poder e no princípio de funcionamento de seu governo.Numa ditadura onde a lei degradou em arbítrio e o corpo político foi esvaziado de seu significado público, não cabia regra capaz de impedir a desmedidahavia privilégios, apropriação privada do que seria o bem público, impunidade e excessos.

— A corrupção se inscreve na natureza do regime militar também na sua associação com a tortura – o máximo de corrupção de nossa natureza humana. A prática da tortura política não foi fruto das ações incidentais de personalidades desequilibradas, e nessa constatação reside o escândalo e a dor.— A existência da tortura não surgiu na história desse regime nem como algo que escapou ao controle, nem como efeito não controlado de uma guerra que se desenrolou apenas nos porões da ditadura, em momentos restritos.

— Ao se materializar sob a forma de política de Estado durante a ditadura, em especial entre 1969 e 1977, a tortura se tornou inseparável da corrupçãoUma se sustentava na outra.— O regime militar elevou o torturador à condição de intocável: promoções convencionais, gratificações salariais e até recompensa pública foram garantidas aos integrantes do aparelho de repressão política. Caso exemplara concessão da Medalha do Pacificador ao delegado Sérgio Paranhos Fleury (1933-1979). E a regra da ditadura passou à redemocratização. — A democracia não tocou no aparelho do Estado. Ao não reformá-lo, o deformou ainda mais nos 30 anos que nos separam da anistia política do final de 1979.

— A corrupção garantiu a passagem da tortura quando esta precisou transbordar para outras áreas da atividade pública, de modo a obter cumplicidade e legitimar seus resultados. —Para a tortura funcionar é preciso que na máquina judiciária existam aqueles que reconheçam como legais e verossímeis processos absurdos, confissões renegadas, laudos periciais mentirosos. Também é necessário encontrar gente disposta a fraudar autópsias, autos de corpo de delito e a receber presos marcados pela violência física. — É preciso, ainda, descobrir empresários dispostos a fornecer dotações extra-orçamentárias para que a máquina de repressão política funcione com maior precisão e eficácia. — A ditadura civil-militar brasileira teve vergonha de ser ditadura. Ela se dizia democrática e as atrocidades que cometeu foram documentadasDuvido que os militares tenham documentado as atrocidades feitas. Mas, mesmo assim, o fato de que não quererem abrir os arquivos da ditadura significa que nem o que ficou documentado pode ser divulgado.

— A corrupção quebra o princípio da confiançao elo que permite ao cidadão se associar para interferir na vida de seu país, e ainda degrada o sentido do público. Por conta disso,nas ditaduras, a corrupção tem funcionalidade: serve para garantir a dissipação da vida pública. Nas democracias – e diante da República – seu efeito é outro: serve para dissolver os princípios políticos que sustentam as condições para o exercício da virtude do cidadão. O regime militar brasileiro fracassou no combate à corrupção por uma razão simples – só há um remédio contra a corrupçãoMAIS DEMOCRACIA .
— A história é para ser escrita através de documentos e de testemunhos os governantes devem ter uma postura firme, exigindo a obrigatoriedade de constar nos livros, a verdadeira história do nosso País.




Delfim Neto em 1968 as vantagens sobre a construção da Ponte Rio Niterói e outros investimentos


DELFIM Neto em 1968 Ministro da Fazenda comandava tudo. Delfim Neto orientava os presidentes a barbárie para usarem as Reservas, o resultado negativo NUNCA era com ele; e Delfim continuou sendo ouvido, dando conselhos:  USAR AS RESERVAS E NÃO CORTAR DESPESAS, e aplicado pelos presidentes incompetentes que sempre os  consultavam, consultam.
— Em 1963 [Delfim Netto] já era acusadíssimo por levar comissão em tudo, mas nada parecido com o que foi gasto na Ponte Rio-Niterói. 
— Conseguiram Delfim e Andreazza “empréstimo” de milhões de U$ na Inglaterra, a juros de 14 por cento ao ano. Agora, verifiquem, constatem, se estarreçam: a ponte foi construída de ferro, BRASILEIRO, madeira, BRASILEIRA, cimento, BRASILEIRO, pedra, BRASILEIRA, água, BRASILEIRA, areia, BRASILEIRA, tijolo, BRASILEIRO, terra, BRASILEIRA, mão de obra, BRASILEIRA, para quê o tão alto “empréstimo”?  São operações obscuras, ficam claras as intenções.
—  A ponte Rio-Niterói, inaugurada em março de 1974, teve um superfaturamento “um pouquinho” maior: custou onze vezes o custo real. Nenhum jornal fez matéria sobre isso. 
—  Só  o Pasquim ousou dar uma cutucada. Publicou uma foto da ponte, com uma legenda mais ou menos assim: “Ilusão de ótica: onde vocês veem uma ponte, são onze pontes”.
— O banco responsável por parte do financiamento da obra foi M. Rothschild & Sons.
POR QUE???
A obra teve início, simbolicamente, com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth II e de Sua Alteza Real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo, ao lado do ministro  coronel Mário Andreazza, em 9 de novembro de 1968, com início das obras em janeiro de 1969.
Rainha Elizabeth II desfilou pelo Rio de Janeiro em carro aberto - 1968
Rainha Elizabeth II desfilou pelo Rio de Janeiro em carro aberto – 1968 acima, ao lado do presidente General Costa e Silva
enquanto isso... Delfim em Washington negociando com o Banco Mundial e BID Banco Interamericano 500 milhões de dólares para que  todos gritassem ' O MILAGRE ECONÔMICO BRASILEIRO!!!"
DELFIM NETO - entrevista TV TUPI - 1968
— Não foi permitida a participação única de empresas inglesas no processo de licitação da fabricação dos vãos principais de aço; — para concretizar a realização da obra, o Ministro da Fazenda, Delfim Neto, o engenheiro Eliseu Resende e a Rotschild & Sons assinaram, em Londres um documento que assegurava o fornecimento de estruturas de aço, com um comprimento de 848m, incluindo os vãos de 200m+300m+200m e dois trechos adicionais de 74m, e um empréstimo de, aproximadamente, US$ 22 milhões com bancos britânicos. O valor destinava-se a despesas com outros serviços da ponte, totalizando NCr$ 113.951.370,00.
— O preço final da obra foi avaliado em NCr$ 289.683.970,00, (1 U$ custava 6,455) com a diferença paga pela emissão de Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional !!!.
— Em 1971, o contrato de licitação para construção da obra foi rescindido devido a atraso nas obras, e a construção passou a ser feita por um novo consórcio das construtoras Camargo Correa, Mendes Junior e Construtora Rabello designado Consórcio Construtor Guanabara, sendo concluído três anos depois.
— O projeto da ponte Rio Niterói foi preparado por um consórcio de duas empresas.
— A firma Noronha Engenharia sediada no Rio de Janeiro, preparou o projeto dos acessos no Rio de Janeiro e em Niterói, assim como a ponte de concreto sobre o mar. A firma Howard, Needles, Tammen and Bergendorf, dos EUA projetou o trecho dos vãos principais em estrutura de aço, incluindo as fundações e os pilares.
À seguir exponho detalhes do período em que foi projetada construção da ponte Rio-Niterói, tão comentada nos anos 70.— Em 1963, foi criado um grupo de trabalho para estudar um projeto para a construção de uma via rodoviária. Em 29 de dezembro de 1965, uma comissão executiva foi formada para cuidar do projeto definitivo de construção de uma ponte.
— O Presidente Costa e Silva assinou decreto em 23 de agosto de 1968, autorizando o projeto de construção da ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes, sob a gestão de quem a ponte foi iniciada e concluída.
— A Ponte Rio-Niterói, Brasil.
Ponte Rio-Niterói
— Os engenheiros responsáveis pelo projeto da ponte de concreto foram Antônio Alves de Noronha Filho e Benjamin Ernani Diaz[1] e o engenheiro responsável pela ponte de aço foi o americano James Graham.
A ligação rodoviária foi entregue em 4 de março de 1974, com extensão total de 13,29 km, dos quais 8,83 km são sobre a água, e 72 m de altura em seu ponto mais alto.

http://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,galeria-de-fotos-rainha-elizabeth-ii-no-brasil,9364,0.htm