quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

La frontière Brésil-France France-Brazil boundary - Lula, Sarkozy, Renca/Amapá

1Ponte
ADENDO FEVEREIRO DE 2020:
Líderes indígenas da Guiana Francesa acusam Paris de destruir a Amazônia. O arquipélago da Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, já foi chamado de "inferno verde"Imagem: BrantleyHighline/Getty Images/iStockphoto [1].
— São Jorge do Oiapoque (Guiana Francesa) - Presidente Lula encontra-se com o presidente da França, Nicolas Sarkozy. Eles observam a maquete da ponte de cerca de 400 metros sobre o Rio Oiapoque, ligando o Amapá à Guiana Francesa, e construída, ao lado, contígua, divisa, fronteira, da Guiana Francesa, está o Amapá/Macapá Pará, Amazônas, tendo no "controle" o feudal Sarney, aonde se encontra, a maior reserva de Cobre e minerais do mundo, a Renca; - devem ver,e saber de lá, os indígenas da guiana francesa, o que está acontecendo que os brasileiros jamais, conseguirão saber[2]
— Renca: no Amapá/ Macapá, Temer na surdina está "doando" reserva de cobre,ouro e outros minerais ao capital estrangeiro. Área preservada pelos militares desde 1984[3]
O QUE FAZ OS MILITARES BRASILEIROS QUE NÃO ATUAM, QUE PERMITEM?
A imagem pode conter: céu, oceano, árvore, planta, atividades ao ar livre, natureza e água
Guiana Francesa
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Renca no Amapá/Pará, FRONTEIRA COM  a Guiana Francesa!!!

Retorno ào link em 19/10/2010:
O QUE POUCOS BRASILEIROS SABEM...
Ponte Ligando Guiana Francesa ao Brasil fragilizando, escancarando mais as fronteiras (?):
Rencontre de présidents
Lula Sarkozi

São Jorge do Oiapoque (Guiana Francesa) - Presidente Lula encontra-se com o presidente da França, Nicolas Sarkozy. Eles observam a maquete da ponte de cerca de 400 metros sobre o Rio Oiapoque, ligando o Amapá à Guiana Francesa.
Image 1
Fonte: Prefeitura de Oiapoque (2008)

Image 2


Portal de Atividade Legislativa
O SR. GILVAM BORGES (PMDB ¿ AP. Pronuncia o seguinte discurso. Sem revisão do orador.) ¿ Exmº Sr. Presidente, nobres Colegas de ambos os sexos, estamos aqui, novamente, na tribuna do Senado Federal.
Sr. Presidente, ontem o PMDB teve a prazerosa oportunidade de fazer uma justa homenagem ao Presidente Lula.
O Presidente Lula e a Dilma, nossa Presidente eleita, estiveram lá na residência do Senador eleito, o Deputado Eunício de Oliveira, ladeado de inúmeras Lideranças do PMDB.
Esse jantar foi um jantar também de trabalho, além da homenagem aos oito anos de trabalho do Presidente Lula pelo País.
O Amapá estava lá, representado pelo Presidente do Congresso, Senador José Sarney, que tem assento nesta Casa, com a representatividade honrosa do Estado do Amapá. Estávamos lá porque o Presidente Lula deu oportunidades grandiosas para o Amapá, e temos que ser gratos por isso.
Não só as suas políticas econômicas e sociais implantadas em todo o País, mas o Amapá teve uma oportunidade ímpar e, por três vezes, o Presidente Lula esteve no nosso Estado. 
O Presidente Lula nos deu a oportunidade de uma ponte, que será inaugurada agora, entre janeiro e fevereiro, lá no Extremo Norte, no querido Município de Oiapoque; é uma ponte binacional. 
Estivemos lá com Fernando Henrique e o Chirac. 
E o Presidente Lula, por duas vezes, com o Presidente Sarkozy. Foi uma gestação difícil, dura, um processo pelo qual este Parlamento teve que aprovar um grande entendimento internacional; e o Parlamento francês, da mesma forma. E viemos trilhando.
Hoje este grande projeto está materializado, Sr. Presidente. O Brasil tem fronteiras com o Continente Europeu através da Guiana Francesa. E sabemos da importância desta ponte. Esta ponte nos trará, nos próximos 15 anos, uma média de dez milhões de turistas europeus, adentrando nosso território pelo Oiapoque. Estaremos vendo esse grande fenômeno ocorrer no Brasil.
Os turistas europeus geralmente vão direto por Manaus, que é a referência da Amazônia. Mas lá no Amapá, Sr. Presidente, além dos rios, igarapés, cachoeiras, além do grande potencial de flora e fauna, temos a pororoca, fenômeno do grande encontro, quando a garganta do rio Amazonas, que nos banha, despeja uma enorme quantidade de água. A única capital banhada pelo rio Amazonas é capital do nosso querido Estado do Amapá, a nossa cidade de Macapá.
É importante poder ter essa visão. 
O Presidente Lula e o Presidente Sarney nos deram essa oportunidade, materializada. A BR-156 também já se aproxima, faltando apenas dois anos para podermos integrar todo Estado do Amapá, lá de Vitória do Jari ao Oiapoque. O Presidente Lula também recebeu, naquele jantar, no abraço que lhe demos, o abraço do PMDB, de muitos aliados, estava lá a nossa gratidão. 
A transferência das terras da União foi também decisiva para o desenvolvimento do nosso Estado. O empresariado com acesso ao título terá acesso às linhas de financiamento.
Não tenho dúvida de que o grande Porto de Santana haverá de receber toda a produção de grãos. Além de produzir, será pelo grande Porto de Santana que nós iremos mandar nossa produção pelo Oceano Atlântico para o resto do mundo.


ESTES POLÍTICOS NÃO SE ATENTARAM PARA O PERIGO!  QUE SARKOZI, NÃO PODE SER CONTRARIADO... (vejam o exemplo da Líbia)


ProSub: acordo Lula e Sarkozi
Orçado em R$ 6,7 bilhões, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha remonta ao regime militar. Mas foi a assinatura de um acordo de transferência de tecnologia com a França, em 2008, que possibilitou ao país contar com o lançamento de um primeiro submarino (ainda não nuclear) em 2016.  
(submarinos convencionais (S-BR) da classe Scorpène, de tecnologia francesa " ultrapassados")

Brasil: Submarinos nucleares para defender a paz  e o petróleo do pré-sal (???)

A presidente Dilma Rousseff (PT) deu início à construção de submarinos no Brasil, durante cerimônia em Itaguaí, a 73 km doRio. Acompanhada pelo governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e por seis ministros, ela acionou a máquina responsável por cortar placas de aço na Nuclebras Equipamentos Pesados (Nuclep), estatal que vai produzir chapas cilíndricas usadas na estrutura dos submarinos.
O Brasil formou uma empresa – Itaguaí Construções [...] Navais (Itaguaí Naval Construction) – uma parceria entre a estatal francesa DCNS (ex - Direction des Constructions Navales et Services), a gigante da construção Odebrecht e a Marinha do Brasil, que tem direitos de veto.  


Leiamhttp://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com/2009/12/niobio-no-processo-de-fusao-nuclear.html

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