sábado, 22 de maio de 2010

Philip Agee, ex-agente da CIA que denunciou crimes, morreu em Cuba

World Socialist Web Site- Por Patrick Martin
Philip Agee, o ex-agente da CIA que rompeu com a agência e dedicou sua vida a denunciar o seu papel de subversão política, assassinato, tortura e apoio à ditadura militar, morreu em Cuba. — Fontes cubanas disseram que ele morreu de peritonite após uma cirurgia de úlcera. Ele tinha 72 anos.
— Agee aderiu à CIA em 1957, na idade de 22, logo após se formar na University of Notre Dame. Ele trabalhou para a agência por 12 anos, com três turnos de vigilância na América Latina, no Equador, Uruguai e México. Renunciou em 1969, depois de testemunhar o massacre apoiado pelos EUA contra os manifestantes estudantis na véspera dos Jogos Olímpicos de 1968 na Cidade do México.
— Depois de um esforço de seis anos para escrever uma exposição, encontrar uma editora e iludir os esforços da CIA para suprimir suas revelações, Agee viu seu livro Inside the Company: CIA Diary publicado pela Penguin Books, em Londres. — Ele fez um relato minucioso das actividades da CIA em três países latino-americanos, incluindo o recrutamento de funcionários em cada país, como informantes da CIA, o patrocínio da mídia de direita e os partidos políticos, e uma estreita colaboração com as forças repressivas local, a polícia e militares , na prisão, tortura e assassinato de estudantes de esquerda, trabalhadores e ativistas políticos.
— O livro estava cheio de detalhes da gíria da CIA, incluindo os codinomes e descrições de diversas operações, e concluindo com uma lista de cerca de 250 agentes da CIA, informantes e agentes locais, que Agee identificadas com seus nomes reais, bem como seus pseudônimos.
— Dentro da empresa foi uma bomba política, que vem em meio a revelações generalizada de planos de assassinato da CIA, a participação em golpes militares, como o massacre de 1973, no Chile, e escutas ilegais contra o povo americano, em especial aqueles que se opunham à Guerra do Vietnã. — O livro se tornou um best-seller apesar dos esforços do governo E.U. para bloquear sua publicação e distribuição, e acendeu esforços adicionais por parte de esquerda, activistas políticos para expor as operações da CIA.
— Agee participaram nestes esforços, co-patrocínio de Covert Action Information Bulletin, uma revista dedicada a soprar a cobertura sobre as atividades da CIA, e co-autor de vários livros que o nome de milhares de agentes da CIA na África e na Europa Ocidental. Ele baseou-se em seu conhecimento das práticas da CIA e penteados listas de pessoal E.U. diplomáticas e militares estacionadas no exterior para identificar aqueles susceptíveis de serem agentes infiltrados.
— Agee teve o cuidado de declarar a sua motivação política para se voltar contra a agência. Ele não era um mercenário desertando para o lado stalinista na Guerra Fria, manteve, e ele se recusou publicamente a colaboração com a KGB soviética ea DGI cubana. — Seu objetivo era ajudar a salvar as vidas das pessoas alvo de assassinato em massa pelo imperialismo E.U., e contribuir para a vitória do movimento revolucionário popular. Ele disse ao New York Times em 1974, na véspera da publicação do Inside the Company: — "Eu escrevi para organizações revolucionárias nos Estados Unidos, na América Latina e em outros lugares. Eu escrevi-o como um contributo para a revolução socialista. "
— Mesmo antes da publicação do Inside the Company, Agee enfrentou ameaças de morte originários do aparelho de inteligência E.U.. — Após o lançamento do livro, ele era um homem marcado, visado pela CIA e do governo E.U. como um todo. País após o expulsou ou recusada a admissão, sob pressão de Washington.
— Em 1978, o governo britânico do primeiro-ministro trabalhista James Callaghan deportado em resposta a seus esforços para expor o apoio da CIA de uma extrema-direita, o partido político pró-EUA na Jamaica.
Em 1979, a administração Carter revogou seu passaporte, alegando razões de segurança nacional. — Em 1982, o Congresso controlado pelos democratas aprovou a Intelligence Identities Protection Act, tornando ilegal a expor deliberadamente as identidades dos agentes da CIA, mesmo que a informação foi recolhida junto de fontes disponíveis publicamente.
— Em 1987, Agee publicou uma autobiografia, On the Run, que deu mais detalhes de seu rompimento com a agência e os esforços da CIA para retaliar. — Ele formou um relacionamento com uma mulher de esquerda brasileira, que havia sido torturada sob a junta militar que tomou o poder no país em 1964. Mesmo depois de deixar a agência, ele lutava com a decisão de expor suas operações.
Ele escreveu: — "Foi uma época nos anos 70, quando os piores horrores imagináveis aconteciam na América Latina. Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai, Guatemala, El Salvador, que foram as ditaduras militares de esquadrões da morte, tudo com o apoio da CIA e do governo E.U.. Isso foi o que motivou-me a citar todos os nomes e trabalhar com os jornalistas que estavam interessados em saber apenas que a CIA estava fazer em seus países. "
— Em sua revisão de On the Run, publicado no New York Times, Thomas Powers escreveu: "Será que Agee atividade Mr.quer prejudicar o organismo? Pode apostar que doer. A melhor prova do quanto pode ser encontrado na sua conta cuidadosa dos esforços da CIA para convencê-lo que ele não havia sido perdoada, nem esquecida, segui-lo em suas viagens, espalhando rumores sobre sua suposta ligação com o KGB e DGI, cercando-o com os agentes, batendo o telefone e ainda fornecer-lhe uma máquina elaborada com fio, a fim de acompanhar o que ele estava colocando no papel. Mais difícil de tudo foi um período de dois anos, em meados da década de 1970, quando a agência, com a ajuda de alto nível, conseguiram impedi-lo de residência na Grã-Bretanha, França, Itália e Países Baixos, aparentemente esperando hound até que ele foi forçado a tomar a sua residência no bloco soviético, onde sua verdadeira lealdade (a partir do ponto da agência de vista) não seria mais em dúvida "
— Agee sobreviveu a esta campanha e, finalmente, estabeleceu-se em Hamburgo, na Alemanha, onde viveu com sua segunda esposa, a bailarina Giselle Roberge American Agee. Ele também mantinha um apartamento em Havana, e operou uma pequena empresa americana promoção de viagens a Cuba.
— Ele continuou a ser um alvo constante de assédio e táticas da mancha pelo governo E.U.. Uma das calúnias mais notória foi a de que as revelações Agee, levaram ao assassinato de Richard Welch, chefe da estação da CIA em Atenas, que foi baleado à morte por uma organização terrorista grega em 1975. — Welch não foi nomeado em Inside the Company, que incidiu sobre a América Latina, e é agora que sua identidade foi descoberta por jornalistas locais, em Atenas.
— Isso não impediu o presidente George HW Bush, que foi diretor da CIA em 1976-1977, de acusar Agee de responsabilidade pela morte de Welch em um discurso de 1989 na sede da CIA em Langley, Virginia (no edifício agora seu próprio nome). A calúnia foi repetida por Barbara Bush, a ex-primeira dama, em sua autobiografia de 1994. Agee processou por difamação, obrigando a uma solução legal em que a Sra. Bush concordou em retirar a acusação de edições posteriores de seu livro.
— Agee manteve o compromisso de expor a CIA, e no momento de sua morte estaria trabalhando em um livro sobre as actividades da CIA na Venezuela subversiva. Sua trajetória foi: ele é o agente da CIA só encoberta conhecido por ter rompido com a agência de repulsa contra os seus crimes, e dotado de coragem moral para tornar pública essa ruptura, correndo assim o risco de repressão ou assassinato.
— Apesar de sua confissão do socialismo, que ele erroneamente identifica-se com o Estado cubano Agee foi a voz da consciência moral ultrajada ao invés de compreender politicamente educados. Como ele escreveu em Inside the Company: "Quando entrei para a CIA acreditava na necessidade de sua existência .... Depois de 12 anos com a agência eu finalmente entendi o quanto o sofrimento que estava causando, a milhões de pessoas em todo o mundo foram mortos ou tiveram suas vidas destruídas pela CIA e as instituições que apoia. "
— Agee escreveu de uma sessão de interrogatório no Uruguai, que ele ouviu de uma sala ao lado: "Os gemidos aumentaram de intensidade, transformando a gritos. Até então eu sabia que nós estávamos escutando alguém sendo torturado .... Eu vou estar ouvindo a voz por um longo tempo. "
—Os crimes expostos por Agee e outros têm a maior relevância hoje, quando o papel da CIA de tortura, prisões, detenções secretas e ilegais é mais uma vez o foco da atenção do público.

domingo, 16 de maio de 2010

Expropriação do Brasil iniciou em 31 de março de 1964

De SourceWatch
“Jacob Koppel "Jack" Javits” - Jacob K. Javits


— "Foi ele quem concebeu ADELA (a Comunidade do Atlântico Development Group para a América Latina ), o investimento altruísta uma organização cujos suportes incluem muitos dos nomes mais prestigiados na europeus, japoneses e negócios E.U.. Até agora, em menos de dois anos de funcionamento, ADELA cometeu $ 22 milhões para 27 empresas privadas em 13 países da América Latina. Diferentemente da maioria dos privados ou públicos de programas de desenvolvimento na América Latina, ADELA é considerado um grande sucesso. " [1]
— Javits "já serviu no Senado E.U. do que qualquer outro congressista de Nova York. Sua carreira rica e variada na Câmara dos Deputados e do Senado estendeu as administrações dos sete presidentes. Seu serviço público também abrangeu o New York City administração do prefeito Fiorello La Guardia e II Guerra Mundial. A amplitude eo alcance dos seus interesses de ordem pública eram originais.
— "Nascido em um cortiço no Lower East Side de Manhattan em 18 de maio de 1904, Javits era filho de pais imigrantes. Educado em escolas públicas de Nova Iorque, frequentou aulas noturnas na Columbia University, foi graduado pela New York University Law School em 1926, e foi admitido na Ordem dos Advogados em 1927 ...
— "A carreira política de Jacob K. Javits 'começou em 1932 quando entrou para o republicano Ivy Club, em Manhattan 18 º Distrito Congressional. Em 1937 e 1941, foi ativo no movimento de reforma do prefeito Fiorello La Guardia. Em 1946, em sua oferta inicial para mandato eletivo, tornou-se o primeiro republicano desde 1923 até ser eleito para a Casa E.U. dos Deputados em tradicionalmente democrata de Nova York do Distrito 21. Ele foi reeleito para a cadeira na Câmara por três vezes. Durante esses anos, representante Javits servido das Relações Exteriores Comissão e foi presidente da Subcomissão sobre a política econômica externa. Ele também foi delegado Estados Unidos a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Emprego, em 1947. Participou das Missões EuropeanNear Oriente estudo de 1947, 1949 e 1951.
— "Em 1954, após oito anos como um membro da casa, correu para a Procuradoria Geral do Estado de Nova York. Javits derrotou Franklin D. Roosevelt, Jr., por uma pluralidade de 172.899 votos, o único republicano eleito para um cargo estadual daquele ano .
— "Em 1956, Javits ganhou a eleição para o Senado dos Estados Unidos, derrotando o prefeito de Nova York Robert F. Wagner, Jr., por uma pluralidade de 458.774 votos e carregando tudo, mas quatro de sessenta Estado de Nova York e dois municípios. Ele foi reeleito para do Senado, quando ele derrotou James B. Donovan por uma pluralidade de 983.094 votos, o que fez Javits o maior vencedor do país em 1962 as eleições. Ele derrotou Paul O'Dwyer por uma margem de mais de um milhão de votos em 1968 e foi reeleito para um quarto mandato, derrotando Ramsey Clark, em 1974. Ele foi derrotado em sua tentativa de concorrer a um quinto mandato, em 1980, com a idade de setenta e seis.
— "'Antiguidade Javits nas comissões do Senado é inigualável por qualquer outro senador de Nova York nos tempos modernos. Tornou-se membro do Comitê de Relações Exteriores do Senado , em 1969, mais tarde alcançar a posição de membro republicano da classificação. Serviu também como membro da classificação do Trabalho e Comitê de Recursos Humanos e do Comitê Econômico Conjunto. Além disso, ele serviu no Comitê de Assuntos Governamentais mais do que qualquer outro republicano.
— "Começando em 1957, Javits foi um participante líder no Atlântico Norte Assembleia - inicialmente chamada de a OTAN ( Organização do Tratado do Atlântico Norte ) Parlamentares de conferências - servindo como presidente da sua política e as comissões econômicas. Serviu como presidente da Comissão de Nine , nomeado pela Assembléia em 1971 para estudar e fazer recomendações sobre o futuro da Aliança Atlântica. — Em 1970, ele foi designado para a delegação E.U. ao quinto aniversário de vinte Nações Unidas Assembléia Geral.
— "Javits era um líder nos esforços para realinhar as principais moedas do mundo e desenvolver políticas liberais de comércio. Em junho de 1978, ele foi nomeado pelo presidente Carter para a recém-criada Comissão Nacional para a revisão do E.U. AntiTrust leis e procedimentos, depois de ter legislação defendeu a revisão destas leis ultrapassadas por dezesseis anos.
— "Jacob K. Javits foi o principal autor da reforma das pensões Act de 1974, que a assinatura garantias das pensões dos mais de cinquenta milhões de americanos. Presidente da Ford do projeto de lei sobre o Dia do Trabalho, de 1974, foi o culminar de oito anos de trabalho para o senador, que introduziu a lei de pensões do primeiro, em 1966. importantes alterações a este ato - conhecido como ERISA ( Emprego Retirement Income Security Act ) - foram introduzidas em Maio de 1978, para simplificar os procedimentos burocráticos e incentivar o crescimento dos planos de previdência privada .. .
— "Javits era um líder na luta contra a segregação e as práticas discriminatórias que começam com seu primeiro ano no Senado, quando fazia campanha para a passagem do Civil Rights Act 1957. Ele desempenhou um papel importante na passagem do marco Civil Rights Act de 1964 e na legislação de direitos civis que se seguiram. Ele também teve um papel destacado na passagem da Lei de Imigração Seletiva, que estabeleceu uma nova política de imigração com base na aptidão e utilidade, em vez de cotas por origem nacional ...
— "Depois de deixar o Senado, Javits visitados e correspondia com muitos dos seus ex-colegas políticos e mantido o seu interesse em assuntos externos. Em 1981, atuou como assessor especial em assuntos de política externa ao secretário de Estado Alexander M. Haig Jr. , Jacob K. Javits testemunhou perante as comissões do governo, incluindo o Subcomité do Senado sobre as dotações para o National Institutes of Health. Ele era um membro do American Jewish Comissão sobre o Holocausto , a Comissão Americana sobre East-West Accord, e os Estados Unidos-Japão Amizade Comissão. Javits escreveu numerosos artigos sobre questões internacionais em publicações como o New York Times, Newsday, e dos Negócios Estrangeiros.
— "Jacob K. Javits foi um administrador de muitas associações e organizações envolvidas com a comunidade e os problemas de saúde. Estes incluíram a Organização Americana de Reabilitação através da formação , a Associação de Bellevue eo National Foundation Esclerose Lateral Amiotrófica . Escreveu, palestras, e se tornou um ativista para os idosos e os deficientes. Javits era um defensor dos conceitos da vida e vai a dignidade da morte.
"Jacob K. Javits morreu de complicações de esclerose lateral amiotrófica em Palm Beach, Flórida, em 7 de março de 1986, e foi sepultado no Cemitério Linden Hill, Queens, New York." [2]
 Jacob K. Javits recebeu a Medalha da Liberdade, o Charles Evans Hughes Gold Medal Award, e do Congresso Distinguished Service Award da American Political Science Association. Mais de trinta e cinco faculdades e universidades E.U. conferidos diplomas honorários em cima dele. Ele deteve o título de Professor Adjunto de Ciência Política da Universidade Estadual de Nova York em Stony Brook, onde realizou palestras e seminários. Jacob K. Javits Javits autor: A Autobiografia de um homem público com Rafael Steinberg (1981). Ele também escreveu que faz guerra: O Presidente versus Congresso com Donald Kellermann (1973); Ordem de Batalha; Call Um republicano de Reason (1964); e Discriminação E.U.A. (1960).
— Prêmios estabelecida e batizada em homenagem a Jacob K. Javits incluem o seguinte: Jacob Javits Distinguished Service Award (New York Telephone Company), Jacob Javits Public Service Award (nova-iorquinos de New York); Jacob K. Javits Clube (Amigos da Filadélfia ALS Foundation); Jacob K. Javits Prêmio de Liderança (B'nai B'rith Internacional); K. Javits Jacob Award Legislativa (Indústria Nacional de pessoas deficientes); K. Javits Jacob Prêmio do Serviço Público (American Psychiatric Association); Javits neurociência Investigator Award (Institutos Nacionais de Saúde); Javits Bolsa (Trust Fund Educacional & Cultural da Indústria Elétrica). Jacob K. Javits Award Legislativa (Indústria Nacional de pessoas deficientes); K. Javits Jacob Prêmio do Serviço Público (American Psychiatric Association); Javits Investigator Award Neuroscience (Institutos Nacionais de Saúde); Javits Bolsa (Trust Fund Educacional & Cultural da Elétrica Indústria).
Diretor, Comitê de Cidadãos da Cidade de Nova Iorque.


Genócídio do Sionista Hitler
Nordeste Pernambucano Genocídio
O povo americano sempre sofreu tanto ou quanto o povo brasileiro, e todos os povos do mundo que tiveram sua Soberania expropriada, apenas pela maldade destes republicanos sionistas no poder da ganância, do querer ser o maior do mundo em tudo, mesmo que para isso tivessem que usar a barbárie,o genocídio e até hoje, torturaram e assasinam pessoas inocêntes.


Latin America: Debut for ADELA
“Jacob Koppel "Jack" Javits” - Jacob K. Javits
Friday, Jan. 24, 1964
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Sexta-feira, 24 de janeiro de 1964

— Empresários de todo o mundo concorda sobre as necessidades urgentes da economia da América Latina, mas a recente tendência dos investidores estrangeiros tem sido a reduzir e não aumentar o seu compromisso lá. Para acelerar o fluxo para o sul da capital e induzir mais ricos europeus e japoneses para ajudar, um grupo de fita azul de 100 empresários do mundo livre se reuniram em Paris para lançar uma empresa de desenvolvimento para a América Latina, que é tanto privadas e multinacionais.
— A nova Comunidade do Atlântico Development Group para a América Latina, apelidado de Adela, pretende investir principalmente em empresas de bens de consumo médias indústrias. Ele também irá comprar ações de outras empresas que têm alto potencial, algum risco, e um momento difícil obter capital de fontes locais. ADELA planos para levantar US $ 40 milhões a 80 ou mais empresas em que os ricos do Hemisfério Norte, com isso, espera atrair mais 160 milhões dólares a partir de fontes como o Banco Mundial e do American moneymen Latina, que normalmente são cautelosos em investir em seus próprios países. Até agora, uma dezena de empresas se comprometeram até $ 500.000 cada, incluindo a Fiat na Itália, na Bélgica Petrofina, a Swiss Bank Corp Suíça, um consórcio japonês, a IBM e a Standard Oil (NJ).
— ADELA ainda visivelmente carece de suporte de capital de ricos alemães, canadenses e as empresas francesas, e ainda tem que provar que pode transformar um lucro privado no caótico da América Latina. Mas o homem que originou a idéia para a organização e ganhou apoio precoce, em New York senador republicano Jacob K. Javits, se sente confiante o suficiente para deixar os empresários assumir enquanto ele desce a um papel consultivo.
Jacob Koppel "Jack" Javits [.]





  • Nunca imaginei que a origem da pobreza e sofrimento do povo no meu querido Brasil, fosse de conspiradores formados por poucos que se dizem os mais poderosos do mundo; - vindo este fanatismo desde o premeditado assassinato de Jesus; - só e unicamente pela conquista do poder e do mundo. A Soberania Brasileira sofre à  anos; seu povo penalizado e humilhado, sem entender o porque!. Quanta maldade, quanta soberba, quanta arrogância, todos esses indivíduos pensando na maldade, no enriquecimento às custas da expropriação dos países em desenvolvimento, se esquecendo que estamos neste mundo de passagem, e levaremos dele, somente a ternura do amor que conseguimos sentir pelos nossos semelhantes.

Latin America: Cry for Progress
“Jacob Koppel "Jack" Javits”
Friday, Apr. 08, 1966
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Sexta - feira 8 de abril de 1966

Cry América Latina para o Progresso
— Desde que ele era um advogado de Manhattan antes da Segunda Guerra Mundial, senador de Nova York tem-se interessado na América Latina. O que torna "pensamentos especialmente útil republicano Jacob Javits é que muitas vezes coincide com a opinião privada da Casa Branca. Assim, quando o New York republicano terminou um giro pelo Peru, Chile, Argentina e Brasil, Governo e líderes empresariais ouviu atentamente às suas idéias.
— Javits tinha algo novo e algo antigo para oferecer. Novo foi uma proposta para aumentar a compreensão no Hemisfério por lofting no espaço um novo satélite que transmite programas de televisão entre o norte eo sul. Mais velhos foi o seu apelo a uma área de comércio estabelecidas barreiras na América Latina, inspirado no Mercado Comum Europeia. Javits prevista uma zona de livre comércio tarifárias alongamento de Tierra del Fuego para o Rio Grande e abrangendo uma população de 220 milhões, com um Produto Interno Bruto anual de R $ 78 bilhões.






  • — Sua intenção: ligar Cuba ao Brasil, dominar o mundo. 







  • Jesus!, quanta ambição em troca do sofrimento dos povos por onde eles passam.

Ele esperava que os E.U. e Canadá acabaria por se juntar, formando um mercado de união a Comunidade Económica Europeia.
— Javits não precisa começar do zero. Desde 1962, no Brazil, América Latina, a Associação de Livre Comércio (ALALC) ajudou a aumentar o comércio de 85% entre os seus nove membros. Ela reduziu as tarifas sobre um item por item com base pesada, cortando tarifas através da placa. Em parte como resultado, o comércio entre os seus cinco membros aumentou 294% desde 1960.
— Segundo Javits, da Presidente do Peru Belaúnde, de Frei Chile e da Argentina foram receptivos ao seu conceito de mercado comum, mesmo que ele conheceu mais do que hurrahs hesitação de muitos líderes empresariais. Javits conseguiu antes de pressionar através dos regimes improvável para a América Latina. Foi ele quem concebeu ADELA (a Comunidade do Atlântico Development Group para América Latina), o investimento altruísta uma organização cujos suportes incluem muitos dos nomes mais prestigiados na europeus, japoneses e negócios E.U.. Até agora, em menos de dois anos de funcionamento, ADELA cometeu $ 22 milhões para 27 empresas privadas em 13 países da América Latina.
“Jacob Koppel "Jack" Javits” [.]

  • Não tenho palavras em que possa expressar a indiferença que sinto neste momento, por estes indivíduos frios, sem afeto, egoístas, sem crença, sem fé, sem amor ao próximo,  cruéis,que se dizem da realeza, da nobreza negra! ou alma negra!, que não se importam em assassinar, torturar, desprezar, humilhar, contanto que consigam seus objetivos; expropriar, roubar,tirar, para aumentar suas fortunas não se importando que enraizado ficará o sofrimento, a fome, as lágrimas, a desesperança, a doença, a morte.
A partir das manobras estratégicas aplicadas por "Jack" o [.], — o capitalismo brasileiro viria a ser transnacional e oligopolista subordinado aos centros de expansão internacional. — Se durante o governo de Getúlio Vargas o capital nacional havia sido predominante, monopolista nos centros industriais e financeiros do Brasil, agora só existirá quando associado ao dinheiro estrangeiro em empresas estatais.
— Nesse último caso, entretanto, as corporações multinacionais exercem papel significativo ao participar do controle parcial de ações de empresas pertencentes ao Estado brasileiro (esse modelo seria aprofundado mais tarde pelo governo Fernando Henrique Cardoso, que quebrou o monopólio estatal em diversos setores estratégicos.
— Uma das conseqüências foi permitir que o capital estrangeiro comprasse 49,5% das ações da Petrobrás).
— Na abertura deste segundo capítulo, intitulado "A Ascendência Econômica do Capital Multinacional Associado", Dreifuss cita uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ciências Sociais da UFRJ. — O estudo mostra que entre 83 grupos bilionários (900 milhões a 4 bilhões de cruzeiros) instalados no país no início da década de 1960, cinqüenta e quatro eram multinacionais ou associados, contra apenas 29 nacionais. — Entre os 55 grupos multibilionários (acima de 4 bilhões de cruzeiros), 46 eram multinacionais ou possuíam ligações com empresas estrangeiras e apenas nove eram genuinamente nacionais.
— A partir da década de 1960, os grupos estrangeiros passam a ser majoritários em quase todos os setores da economia brasileira.
— Mais de 65% dos grupos multinacionais operavam em áreas de atividade onde tinham controle total ou quase total do mercado. — O capital estadunidense tinha o controle de 92,4% a 100% das atividades onde operava.
— De acordo com Dreifuss, "esse processo de internacionalização seria estendido ainda mais depois de 1964".
— O interesse dos EUA concentrava-se principalmente no setor industrial. Citando um relatório do Departamento de Estado dos EUA, o autor relata que os estadunidenses investiram 45% de todo o capital transnacional no setor, (avaliado em cerca de 1,4 bilhão de dólares, de um total de 3,5 bilhões de dólares em investimentos estrangeiros). — O relatório também apontava uma relação das maiores firmas dos EUA no Brasil: Ford, Esso, General Motors, Firestone, Texaco, Union Carbide e ITT, entre outras.
— De acordo com Dreifuss, "deve-se ressaltar (...) que no esforço (...) organizado pela burguesia para derrubar o Executivo de João Goulart, fariam parte empresários importantes, que nele ocupariam posições-chave, ligados à maioria das corporações às quais o estudo do Instituto de Ciências Sociais faria referência; também participariam desse espaço a maioria das companhias mencionadas no relatório do Departamento de Estado".
— Dreifuss revela, o surgimento do primeiro grupo que daria sustentação acadêmica ao golpe. — Trata-se da Atlantic Community Development Group for Latin America (ADELA). Fundada em 1962 (mesmo ano do acordo assinado entre Globo e Time-Life), a ADELA era liderada pelos vice-presidentes de Standard Oil e FIAT. "A ADELA é também capaz de exercer forte pressão sobre os governos dos países onde opera", afirma Dreifuss.
— Um adendo. De acordo com o escritor Roméro da Costa Machado, autor do livro Afundação Roberto Marinho, "o escândalo Globo/Time Life não é meramente um caso de um sócio brasileiro (Roberto Marinho) que aceita como sócio uma empresa estrangeira (Grupo Time-Life), contra todas as leis do país. O escândalo Globo/Time-Life é mais do que isso. É 

Joe Walach e Roberto Marinho-Natal 1978

                                                      
antes de mais nada um suporte de mídia que visava apoiar, dar base, sustentação e consolidar a ditadura no Brasil, apoiada e supervisionada pela CIA, por exigência dos Estados Unidos, comandado por terroristas da CIA, como Vernon Walters e Joe Walach, sendo este último com emprego fixo na Globo, como "representante" do grupo Time-Life.
Ronald Reagan,Henry Kissinger,Vernon Walter
— O Estado nacional brasileiro estava sendo nitidamente cercado
"O capital monopolista transnacional ganhou uma posição estratégica na economia brasileira, determinando o ritmo e a direção da industrialização e estipulando a forma de expansão capitalista nacional", sublinha o autor. — Como resultado desse processo, Dreifuss cita um estudo preparado a pedido do Comitê de Relações Exteriores do Senado estadunidense: "as tomadas de decisão nas industrias dominadas por multinacionais pareciam ter sido transferidas efetivamente para as matrizes no exterior
‘René Armand Dreifuss’

sábado, 15 de maio de 2010

O Complexo IPES, IBAD, ADELA, e suas mediações no Poder. FFAA, combater o comunismo no Brasil.

O Brasil deve possuir forças armadas poderosas e concluir a ocupação da Amazônia. Iria até mais longe: Este processo está ligado à reconstrução do conservadorismo e do patriotismo no Brasil, coisa que se está a tentar fazer, mas também é necessário que o Brasil assuma uma postura diversa no continente, afinal, alguns dos seus vizinhos, como a Colômbia, precisam de ajuda.
— O Brasil cria o vácuo à sua volta que justifica a intervenção dos “players” mundiais. O ridículo dessa omissão é tanto que até a Espanha se aproveita disso. Assim, é preciso que o Brasil, como país mais importante da região, garanta a soberania dos países do continente e não deixe que potências alienígenas aqui intervenham.
— Mas, ainda há mais uma dificuldade. A descolonização da parte espanhola do continente deixou uma colcha de retalhos e é importante discutir a viabilidade de alguns países em serem de fato soberanos, pois estes países inviáveis poderão sempre funcionar como “Cavalos de Tróia”. Serão as três Guianas, o Panamá, a Bolívia, o Paraguai e até o Uruguai viáveis?. Até hoje tenho a impressão de que a sua fragilidade, para não dizer pior, é um convite a potências estrangeiras intervirem na região sob a desculpa da ajuda ao desenvolvimento ou da defesa da soberania dos mesmos. (Vejam o exemplo das Malvinas!)
 DEVE-SE REFORÇAR ÀS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL, NÃO, emparedá-las, encapsulá-las, reduzi-las à imobilidade e ao silêncio, separá-las do corpo da cidadania nacional, privá-las do respeito e da consideração de que, através da História, sempre gozaram da parte do governo e do povo.

— As FFAA não são Administradora do Patrimônio; sim, Defensora da Soberania da Nação a que ela faz parte. O complexo IPES/IBAD estava no centro dos acontecimentos, como a ligação e organizador do movimento civil-militar dando apoio material e preparando o clima para intervenção militar. O que aconteceu em 31 de março não foi um mero golpe militar, mas um movimento civil-militar. O complexo IPES/IBAD e os oficiais da ESG organizaram a tomada do aparelho do Estado e estabeleceram uma nova relação de forças políticas no poder.
— Homens-chave dos grandes empreendimentos industriais, financeiros e dos interesses multinacionais acumularam vários postos na nova administração. A maioria dos empresários que ocupava cargos-chave estava envolvida em atividades comerciais privadas, relacionadas de perto com suas funções públicas. [481]

—“Os associados e colaboradores do IPES moldaram o sistema financeiro e controlaram os ministérios e principais órgãos de administração pública, permanecendo em cargos privilegiados durante o governo de Castello Branco, exercendo sua mediação no poder. —“Com um programa de governo que emergia da direita, os ativistas do IPES impuseram uma modernização da estrutura sócio-econômica e uma reformulação do aparelho do Estado que beneficiou as classes dominantes empresariais e os setores médios da sociedade em detrimento da massa”.
— Se houve intromissão das FFAA no Golpe de 1964, quem provocou as passeatas? foram as classes dominantes elite e intelectuais. — A organização reuniu entidades femininas e religiosos católicos. O deputado Antônio Sílvio da Cunha Bueno, o publicitário José Carlos Pereira de Sousa e a freira Ana de Lourdes, sobrinha de Ruy Barbosa, articularam o golpe.
— Logo conquistaram as adesões do presidente do Senado, Auro de Moura Andrade, do governador paulista, Adhemar de Barros, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e de associações como a União Cívica Feminina comando Antonieta Pellegrini, irmã de Júlio de Mesquita Filho, ...e a Sociedade Rural Brasileira. Alunos do Colégio Mackenzie formaram uma delegação especial. — Até a apresentadora de tevê Hebe Camargo (representante da elite) desfilou. — Toda a mídia corporativa brasileira se comprometeu com o projeto golpista do complexo: O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Folha de S. Paulo e Diários Associados, entre outros – tornaram-se propagandistas e operadores do golpe militar.
— Com efeito, duas semanas depois da passeata paulista veio o golpe militar de 1964.— As marchas da família, que vinham se repetindo em outras capitais, foram mantidas, mas mudaram de nome. — Passaram a ser as "marchas da vitória". — A marcha do Rio, em 2 de abril, reuniu 1 milhão de pessoas. — Os institutos anti-democráticos em questão recrutaram artistas e intelectuais como: — Rubem Fonseca, Raquel de Queiroz, Gilberto Freire, Jean Manzon (Canal 100), Manuel Bandeira, etc. Homens de negócios como: — Júlio de Mesquita Filho, Alberto Bighton Jr, Herbert Levy, Gastão Eduardo Bueno Filho, José Ermírio de Morais, Heinning Boilenssen, etc. Políticos como: — Antonio Carlos Magalhães, Amaral Neto, Gustavo Capanema, Plínio Salgado, Padre Arruda Câmara, Saturnino Braga, Mário Covas, Cunha Bueno, etc. Articulações desse tipo são geralmente danosas à democracia. — Sempre que ficam carentes de representações, as classes dominantes (chamemos as “elites” por seu nome real) incluindo a burguesia “nacional”, da qual muitos, inclusive o PCB, esperava um comportamento nacionalista e reformista. — Contrariando tal expectativa,a burguesia “nacional” assistiu passivamente e até mesmo apoiou a queda de Jango, condenando a alternativa nacionalista. — A burguesia, a despeito de sua própria posição, ajudou a ancorar firmemente o Estado brasileiro à estratégia global das corporações multinacionais. — “É interessante notar que companhias participantes da Adela Investimentos Co, estavam a frente da campanha contra o governo Jango.
 ADELA – Atlantic Comnunity Development Group for Latin America – grupo multibilionário formado em 62, encabeçado pelos vice-presidentes dos grupos Rockfeller, Fiat. Reunia cerca de 240 cias. Industriais e bancos, entram no jogo institucional de forma truculenta e atabalhoada. — Buscam impor sua vontade a ferro e fogo, uma vez que as regras do convívio político não lhes interessam mais. — Seus impulsos são sempre pela ruptura dessas regras. —Pelo golpe. O grande historiador René Armand Dreifuss chamou de complexo IPES-IBAD, uma frente de profissionais do golpismo patrocinada pela CIA. — A questão é que as forças realmente democráticas, no início dos anos sessenta, demoraram muito para se dar conta sobre o que significava de fato o sinistro complexo, e quando descobriram era tarde demais..
— Estes institutos estiveram diretamente envolvidos no Golpe de 1964. — Após o Golpe, osarquivos do IPES-IBAD foram fornecidos a Golbery do Couto e Silva e ajudariam a formar o acervo de informações do SNI (Serviço Nacional de Informações).


As FFAA fez o que pode para restabelecer à ordem em nosso País.

• No ME – o IPES/IBAD estimulou a formação de organizações e grupos paramilitares de direita,mas não deteve as tendências de esquerda na UNE ‘Serra’.
— O importante é hoje, mediante os erros e desmandos cometidos também observados pelo grande historiador René Armand Dreifuss que chamou de complexo IPES-IBAD, uma frente de profissionais do golpismo patrocinada pela CIA. — A questão é que as forças realmente democráticas, no início dos anos sessenta, demoraram muito para se dar conta sobre o que significava de fato o sinistro complexo, e quando descobriram era tarde demais. — Englobou a maioria das classes dominantes, incluindo a burguesia “nacional”, da qual muitos, inclusive o PCB, esperava um comportamento nacionalista e reformista. — Contrariando tal expectativa, a burguesia “nacional” assistiu passivamente e até mesmo apoiou a queda de Jango, condenando a alternativa nacionalista. — A burguesia, a despeito de sua própria posição, ajudou a ancorar firmemente o Estado brasileiro à estratégia global das corporações multinacionais. “É interessante notar que companhias participantes da Adela Investimentos Co. estavam a frente da campanha contra o governo Jango”.
• ADELA – Atlantic Comnunity Development Group for Latin America – grupo multibilionário formado em 62, encabeçado pelos vice-presidentes dos grupos Rockfeller, Fiat. Reunia cerca de 240 cias. Industriais e bancos.
— É indispensável termos as FA firme e Forte para garantir a Segurança Nacional e em fronteiras. — “O propósito óbvio é o de negar às FA qualquer presença, muito menos influência, na vida institucional da Nação.” — Tal propósito, planejado, obedecendo interesses internacionalistas, foi incrementado durante os últimos 40 anos, principalmente no governo do Sr. Fernando Henrique Cardoso (FHC) e, PELO QUE VEMOS NO DIA-A DIA, AS FORÇAS ARMADAS SUCATEADAS, sem condições de proteger convenientemente a Soberania das nossas Fronteiras; tem tido continuidade no atual governo, embora, de quando em vez, promessas jamais cumpridas, antagonizadas pela realidade vivida pelas FA: parcos recursos e deficiências de toda ordem.
— Como exemplo, a falta de investimentos em novos sistemas de armas e a drástica redução de efetivos militares. — Desde 1967, parcela da obra literária de FHC, extensa e confusa, sugere o desenvolvimento do Brasil e de outros países latino-americanos sob a dependência da macroeconomia norte-americana (Teoria da Dependência). ——Embora considerado por seus pares socialista-marxista, FHC, no seu auto-exílio no Chile, foi admitido na CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina), órgão da ONU, recebendo alto salário emcargo de nível diplomático. Tinha direito a privilégiosisenção de impostosvida abastada, bela casa em bairro nobre, e carro Mercedes Benz com motorista. — Noretorno do seu auto-exílio, em 1978, desembarcou no Brasil com verba de 180 mil dólares, destinada ao CEBRAP, doada pela Fundação FORD.

— O CEBRAP era o “IPES de esquerda”, e tinha entre seus quadros, além de FHC, intelectuais como Paul Singer, Francisco de Oliveira, Arthur Gianotti, Florestan Fernandes, Ruth Cardoso. — O CEBRAP orientou a trajetória política de FHC, culminando com a Presidência da República em 1994: “Como Castelo assumiu com o IPESFernando Henrique assumiu com o CEBRAP” (Sebastião Nery, in Os filhos de 64, Jornal Popular, Belém, PA, 6 Out 1995). IBAD – Instituto Brasileiro de Ação Democrática, IBAD, era uma organização anticomunista fundada em maio de 1959 por Ivan Hasslocher.
— Ao lado dele, jovens empresários fariam parte desta organização e da sua entidade-irmã, o IPES, dois anos e meio depois. — Entre eles, Gilbert Huber Jr. (Grupo Gilberto Huber - Páginas Amarelas), de ascendência norte-americana, Glycon de Paiva e Paulo Ayres Filho. — O financiamento para sua criação do instituto se deu a partir de contribuições de empresários brasileiros e norte-americanos. — A finalidade inicial era combater o estilo populista de JK e possíveis vestígios da influência do comunismo no Brasil. — O IBAD foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigava a participação de capital estrangeiro na entidade, fato considerado ilegal. No dia 20 de dezembro de 1963, o IBAD foi dissolvido pelo Poder Judiciário. (Livro A Grande Mentira)



— O Diálogo Interamericano (DI), seminário a que FHC compareceu, e cuja ata de fundação subscreveu no início da década de 80 (1982), juntamente com Luiz Inácio Lula da Silva, é ONG ligada a órgão do Congresso dos EUA; o Centro Acadêmico Woodrow Wilson (CAWW): "A verdadeira ideologia do Sr. FHC "
— FHC ocupa, hoje, alta posição na direção do DI.
— O governo FHC e sua equipe doutrinada, conduziu o Brasil a uma “dependência subalterna”, de forma deliberada, isto é, fez a inserção subordinada da economia brasileira ao capital internacional, obstando por muitos anos vindouros qualquer possibilidade de um desenvolvimento independente do País; — tese defendida por ele nos meios acadêmicos dos tempos em que ainda não pedia para "esquecer o que havia escrito, como conspirador da Pátria Amada Brasil”.
— Os principais colaboradores nomeados para o seu primeiro período de governo integravam o grupo partícipe de reunião em Washington, em novembro de 1989, organizada pelo "Institute for International Economics", patrocinada pelo FMI, Banco Mundial, BID e pelo Governo norte-americano. — Nesta, realizou-se estudo de diagnóstico enfocando o Brasil, elaborado por Eliana Cardoso e Daniel Dantas. — No mesmo instituto foram estabelecidas as bases teóricas do Consenso de Washington.
— Dois anos depois de sua posse na Presidência, FHC teve a sua campanha à reeleição lançada numa reunião do FMI, em Washington, por dois de seus colaboradores: Pedro Malan, ministro da Fazenda e Antônio Kandir, ministro do Planejamento.

— Desde a sua criação, o DI atuou, difundindo teses como as da globalização, da soberania limitada (ou relativa), do direito de ingerência e da interdependência entre as Nações.
— O DI também se dedicou a conscientização de líderes e a outras ações político/ diplomáticas, visando a redução drástica dos efetivos e orçamentos das FA latino-americanas,objetivando enfraquecê-las, porém justificando com a obtenção de maiores recursos para assistência social e para o desenvolvimento. Exerceu pressões para a modificação da destinação constitucional dessas FA, afastando-as das funções de Defesa e tornando-as atuantes contra o terrorismo, narcotráfico, defesa ambiental e nas ações de defesa civil.
— Pressionou a criação de ministérios da Defesa e de quadros civis para colocar tais órgãos sob o poder civil, enquadrando os comandos militares. Buscou como meta o rebaixamento do “status” social e político dos militares, afastando os ministros militares, considerados nacionalistas, da cúpula das decisões nacionais, retirando a influência dos mesmos sobre os presidentes dos países respectivos.

— Defendeu o Direito de Ingerência para o restabelecimento da democracia, nas graves violações dos direitos humanos, crimes ambientais, desastres ecológicos e para o combate do terrorismo e do narcotráfico. Essas nefastas ações, apoiadas, e algumas delas aqui concretizadas nas últimas duas décadas, por brasileiros com poder de mando, como FHC e Lula, estão “justificadas” no livro, referendado pelo governo norte-americano e publicado, em 1990, pela editora Lexington Books, intitulado "The Military and Democracy: The Future of Civil-Military Relations in Latin), editado por Louis W. Goodman, Johanna S..R. Mendelson, e Juan Rial, todos eles membros do DI.
— O DI (Diálogo Interamericano) e FHC não podem esconder que seguiram as ordens do governo dos EUA, pois, em 1995, durante sua visita ao Brasil, o Secretário de Defesa William Perry declarou ao "O Globo" (06-05-95) “que o seu governo quer que as Forças Armadas de cada país passem a ser lideradas por um Ministro de Defesa que SEJA CIVIL.— A liderança civil do sistema de defesa fortalece tanto a democracia quanto as próprias Forças Armadas. — Nós vamos incentivar isso, assim como a idéia de que haja uma transparência cada vez maior no intercâmbio de informações militares entre as três Américas.



— Em junho de 1999, FHC mostrou claramente a sua subordinação, criando, por INCONSTITUCIONAL MEDIDA PROVISÓRIA; O MINISTÉRIO DA DEFESA, SOB DIREÇÃO CIVIL. — Os ministros militares, de então, aceitaram a extinção, embora ilegal, de seus ministérios. — FHC, nos seus governos, ainda, diminuiu fortemente os orçamentos militaresrestringiu aumentos de vencimentossucateou as FFAAcortou verbas para alimentação, diminuiu efetivos, escasseou recursos para pesquisas militares, paralisou o Programa Calha Norte, assinou o tratado de não-proliferação Nuclear, paralisou o desenvolvimento do submarino nuclear, assinou “o vergonhoso acordo 505” (destaque à seguir) e o acordo para o não desenvolvimento de mísseis, afastou as FAAA do centro das decisões nacionais, e privatizou áreas estratégicas para a Defesa. O conjunto da sua obra, sem dúvida, É CRIME DE LESA-PÁTRIA POR SERVIR A INTERESSES ESTRANGEIROS, PREJUDICANDO A NAÇÃO.
— Ouvimos notícias de que China domina a tecnologia da bomba de nêutrons, que lançou seu satélite tripulado, que seus submarinos atômicos com lançadores de artefatos nucleares singram os mares do planeta ou que a Índia tem FA nuclearizadas e vai lançar ao mar, dentro de 10 dias, seu primeiro submarino atômico, incluso com lançadores de artefatos nucleares. — Esses fatos não representam apenas poder militar e capacidade de dissuasão. Significam muito mais do que isso: O domínio de tecnologias de ponta que geram múltiplos benefícios e riquezas para os povos desses países.
— Então, nos perguntamos: por qual razão estamos tão atrasados em relação a países com graves problemas internos, quando não os temos com a mesma complexidade e intensidade? A resposta, configurando triste diferença para o que aqui ocorre, encontramos nas palavras de um Ministro das Relações Exteriores da Índia:
“Temos uma grave responsabilidade para com o nosso País e para com o nosso Povo. Num mundo pleno de conflitos, desejamos a paz e, sobretudo, a independência para atingirmos os objetivos, em função da Nação, a que o Estado se propõe. Ademais, a capacitação nuclear, civil e militar, confere ao nosso País um outro status perante o mundo e as grandes potências.

"Os golpistas de 1964 passaram anos enganando a sociedade brasileira, fingindo que nada estava acontecendo e contaram para isso com o acumpliciamento dos meios de comunicação, que quando não se calavam por conta própria, eram calados pelos censores.
—Recentemente o Estado brasileiro passou a reconhecer o mal que causou a sociedade durante o regime de excessão, e está procurando reparar os danos decorrentes daquele período, isso significa que o próprio Estado reconhece que errou enquanto esteve controlado pelos militares. Enquanto na Argentida o período ditatorial é chamado de “Guerra Suja”, no Brasil não dá para fechar os olhos e chamá-lo de Revolução.
— Vejamos o que diz o dicionário Houaiss sobre o significado da expressão Golpe de Estado:
golpe de Estado:
- é a tomada inesperada do poder governamental pela força e sem a participação do povo
- é o ato pelo qual um governo tenta manter-se no poder, pela força, além do tempo previsto
- é o efeito da realização de tais atos

Fonte para Pesquisa: O meu bom  senso, cívico e patriótico de cidadã brasileira que viveu a melhor fase da minha vida, no período em que diziam no Brasil ser uma ditadura. A Conquista do Estado - livro de René A. Dreifuss  que  muito se pode colher para exploração da pesquisa.